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quinta-feira, 20 de abril de 2017

A estranha mania

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A senhora, em residente urbana, acorria na intrigante e singular doidice. A astúcia, em outrora filha das colônias, continuou enraizada e lavrada. A mania, em caminhadas e saídas, caía na ação. O hábito, em ajunto e carga de sacolas de folhas (em largado lixo urbano), caía na atuação e contenção. O material, em utilidade, acorria na adubação (da acanhada horta e soberbo pátio). A fertilidade, em inserção de adubos, tendia na farta produção (em admiráveis chás e condimentos). O curioso, no análogo da germinação, acudia na pluralidade de espécies. As árvores, em ornamentais, assistam-se transplantadas (em invólucros das descartadas unidades do leite caixinha). Os exemplares, em animados e crescidos, viam-se doados em amizade e fineza (aos amantes da natureza). Os amigos e chegados, na procedência, memorizavam lembrança (da afável). O dano, na real, ocorria das floriculturas e viveiros (em redução de vendas). A pessoa, em singela afeição e ciência, executa façanhas e maravilhas.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://campos24horas.com.br/portal

A fábrica de mel

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O negócio, em criação de abelhas, advinha na obra (em ensaio e recreação). O assimilado, na meninice (em filho das colônias), acabou reintroduzido em chácara. As iniciais caixas, em rústicas tábuas, foram improvisadas em acolhidas. A produção, em casual colheita, atenderia necessidades domésticas. As caixas iscas, em primeira prova, granjearam duas dezenas de colmeias. O negócio, em tentativa, revelou-se altamente viável. O primitivismo, em lavor manual, exigiu veloz reformulação. As sobre caixas, em “silos de mel”, foram padronizadas. A moagem, em favos (na posterior prensa), cedeu lugar à centrifugação. A coleta, em baldes, afluiu nas cabíveis sobre caixas... A invenção, em fábrica de mel, apreciou ares de oficina. A modernização, em recolocação (dos favos centrifugados), ampliou deveras produção. As boas empreitadas, em prazer, afeiçoam deslanchar em empresas. O fundo de quintal, em propriedades (nas colônias), costuma dar lugar a experimentos e invenções.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://melhorcomsaude.com

terça-feira, 18 de abril de 2017

As velhas casas

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As edificações, em encanecidas casas, acorrem na demolição e suspeita. O aluga-se e vende-se, em anos ou meses, mantém-se afixado (nas placas de anúncio). Os interessados, em clientes e locatários, evadem das ocupações. A ressalva, em prédios velhos, nutre receios e superstições. O patrimônio, em ínterim do tempo e vaga, deteriora-se nas intempéries. O enigma, em “acobertado instituído”, liga-se nas energias negativas. Os recintos, em interiores, semelham abrigar almas. Os verdadeiros construtores e ocupantes, em vida útil, descansam nos sepulcros (dos campos-santos). Os casuais noveis ocupantes, em convívio nos interiores, abstraem bizarros ares e enxergam vultos. A realidade, em inúmeras habitações, se junta no intento das demolições. A funcionalidade, em frente às novas tecnologias, torna onerosos acréscimos e reformulações. A especulação imobiliária, em transações, vislumbram em geral os lugares. O velho, em espaço urbano, descreve noção de atraso e ônus do restauro.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://bagagemclandestina.blogspot.com.br

A singular história

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O andarilho, em desqualificado social, anda alojado na praça (em cidade regional). Os pedestres, em apressados e preocupados, circulam apáticos e receosos (em sua presença). O descaso, em igual, chama atenção. O gracejo cristão, em proclamado nas igrejas, cai em abissal miragem. O ancião, em manha, deteve-se para ouvir singular história. O ente, em “uma mão na frente e outra atrás”, proferiu: “- Eu não tenho em quê me preocupar? Os bens, em fortuna, acodem nulos. O cara, em chaves e grades, evita em perder tempo. A extorsão fiscal, em tributos, expira na aflição. O sequestro, em pedido de resgate, vem remoto” (...). A bandidagem, em fato, advém no negócio da pilhagem. As pessoas, em função do haver/ter, caem na angústia e insegurança. Uns, em ambição, acumulam na relação de abelhas/formigas. Outros, na cobiça, teriam “movidos Terra” (na probabilidade de poder carregar ao além). O adequado, em prevenção, calha em acumular suficiente à subsistência.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://www.caoguimaraes.com

domingo, 16 de abril de 2017

A língua nos dentes

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O atendente, em empresa comercial, acolheu dúvida do cliente. A aquisição, em caixas e sobre caixas (de abelhas), acontecia na rotina. O freguês, em esperteza, indagou na origem dos artigos. A produção, em fundo de quintal, faltava da identificação. O empregado, em apressado e tolo, ministrou indagado. O endereço e fabricante, em poucas palavras, assistiram-se repassados. O artesão, em linha próxima, atendia no dom da carpintaria. A madeira, em hábeis mãos, granjeava incríveis criações e funções. O comprador, em imediato, dirigiu-se na “fonte”. O custo, em supressão de atravessador e tributação (impingida), caía pela metade. Os itens, em estoque, despontaram comprados na visitação. As encomendas, em singulares especificações, instituíram corriqueiro comércio. O intermediário, em novel cliente, saiu tirado na transação. O segredo, em negócios, assiste em ocultar jogo das relações. Os adolescentes, na inexperiência, concebem-se assaz astutos e avançados.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano das Colônias”

Crédito da imagem: http://pt.wikihow.com

quarta-feira, 12 de abril de 2017

O intuito da vergonha

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O “namorido”, em “enxerto da casa e família”, gostava de recepcionar círculo de amigos. Os colegas, em trabalho, acorriam na solicitação (do churrasco e cerveja). O parceiro, em arranjo e dispêndio (na habitação), perpetrava descaso e inércia. As aparências, em velho, caíam em móveis e pinturas. A reformulação, em casa histórica, afluía no indispensável restauro. A consorte, em herdeira, “apertou esperto”. A sócia, em “laia de dona do lar”, negava-se em receber estranhos (nas indigestas condições). O propósito da vergonha, em batido recinto, convergiria nos comentos e ressalvas. As arrumações, em parco tempo, adquiriram genéricas reformas. As pessoas, em afluxo de convidados e visitas, fazem questão de ostentar lugar aconchegante e majestoso. O descuido, em filhos das colônias, advém em sinônimo de declínio e indigência. A modéstia, em percepção social, aflui em exteriores da falta de dinheiro. A casa, em aparências, esboça créditos e detenções dos ocupantes.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”
                                                                
Crédito da imagem:  https://www.lojaskd.com.br

terça-feira, 11 de abril de 2017

Cadê nosso dinheiro

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O funcionário, em diretor de autarquia municipal, apontou convivente no desfalque. O fundo de reserva, em instituto de previdência, foi lesado (aos milhões). A aplicação, em dúbio feitio, conduziu no dano milionário. Determinados subalternos, em conchavo, consentiram certamente na ação. O sujeito, em compras majestosas (cobertura e veículo), regeu no transcurso privado. O episódio, em notório, conduziu em ação judicial nula. O dinheiro público, em banco falido e privado, foi aplicado nas poupanças. O ressarcimento, em quebra, viu-se impossível. Os colegas, em quadro técnico, admoestam no frequente: “- Cadê nosso dinheiro?” O cara, em andanças, cai no contínuo achaque e tormento. O temor, em linchamento, perpassa nos devaneios noturnos. O dinheiro, em obtido no dúbio ou malvado, agonia alma. A perversa sorte, em certa ocasião, dissolverá fortuna. A grana, em avultada na ação do braço e suor do rosto, institui noção do real valor. “O ente no que planta, impetra na colheita”.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Político”

Crédito da imagem: opopular.com.br

Imagem meramente ilustrativa.