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sábado, 25 de março de 2017

O comércio familiar

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O pai, em assimilado dos antepassados, perpassou exemplo aos filhos. Os artigos, em produção (da agricultura familiar), incidem na ativa venda. Os frutos, em moldes do feijão, ovos e mel, assistem-se oferecidos. Os amigos e conhecidos, em comento, alargam solicitados e sucessos. Os residentes, em encravado no espaço urbano, escasseiam dos produtos naturais. O comércio, fora de expediente de trabalho, ocorre em pedidos. O utilitário, em valor agregado (nos itens), liga-se nos reforços de renda. O contraído, em consecutivo, acumula bom ganho (no contíguo). Os mimos, em receita extra, permitem certos contraídos. A prática familiar, em transcorrido de gerações, tornou-se marca. O sujeito, em venda informal, cobre encargos dos deslocados. A oferenda, em perspectiva de tenda, carece em ser infâmia. A qualidade, em itens naturais, honra sobrenome (nas relações sociais). O ativo mercador, em quaisquer ambientes e circunstâncias, enxerga ensejos de comércio.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://segredodaverdade.blogspot.com.br

sexta-feira, 24 de março de 2017

O desperdício de recursos

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O contribuinte, em espaço urbano, aprecia intensa circulação. Os moços, em instruídos e saudáveis, exercem função pública. O ofício, em guarda municipal, acode na tarefa. O pessoal, em ingressados no trabalho, sucede em acobertado ônus social. A fazenda pública, em título da segurança, custeia encargo. A alegria, em constância no cargo, assiste-se no exercício. O retorno social, em real geração de riquezas (materiais), calharia em melhor bonificação. Os entes, em “flor da idade”, deveriam estar armando estradas, melhorando redes (de energia), reparando edificações... A meia dúzia, em bandidagem, avaliza “aparato bélico”? O direito, em Direitos Humanos, vale tamanho dos encargos sociais? O despojado país pode dar-se magnificência do desperdício de recursos? O ladrão, em eficaz castigo, deveria prestar serviço comunitário (na cobertura da pena). O encarcerado, em situação ruim de aprisionamento, insulta verdadeira condição humana. A inversão, em crenças e valores, afere-se ampla e benéfica (para alguns).

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Político”

Crédito da imagem: http://serginhobueno.blogspot.com.br

quinta-feira, 23 de março de 2017

A imploração de compra

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O ancião, em perpassados sessenta anos, para diante da mansão. A petição, em “imploração de compra”, aflui em modestos panos de prato. O residente, em baixa qualidade, abdica do artigo. O senhor, em desesperança, semelha compuser pranto. O homem, em calejado ambulante, ouve situação. A progredida idade, em crise econômica e desemprego geral, carece de maior chance (em casuais contratações). O sujeito, em “flor da idade”, faltou em adotar atenções (da velhice). A compaixão, em brioso gesto (“não estar assaltando e roubando”), regeu na aquisição. O exemplo, em fim de auxílio, ordenou gasto. O problema, em “mundaréu de pedintes”, incide em amparar conjunto. O trabalhador, em decorridos dos cinquenta (anos), acode no imperativo de velho (ao ofício). A automação, em contínuo, reduz milhares de prezadas vagas. A obtenção, em ganho, transporta em grave dilema social. A pessoa, em um e outro, coopera na alegria e alento. O pão, em constante, aflui em desafio.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://maniadelimpeza.blogspot.com.br

quarta-feira, 22 de março de 2017

A compra da cera

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O apicultor, em afamado estabelecimento comercial, comprou cera (de abelha). O favo, em pré-fabricado, cai no gosto dos insetos. As caixas iscas, em caixilhos, convinham aplicadas em chamarisco (das colmeias). O cliente, em compra do artigo, acudiu na pesagem. O atendente, em astuto vendedor, pesou item (no plástico e produto). O valor, em balança (deveras precisa), apontou nas três dezenas. O freguês, em petição de licença, requereu para mexer no produto. O plástico, em invólucro, assistiu-se subtraída na pesagem. A unidade, em trinta, perpassou aos vinte e nove. O moço, em abano da cabeça, censurou ardil (na atitude). Os mercadores, em perpassar despesa (aos clientes), atentam na malandragem. O sujeito, em “análoga cara-de-pau”, deve perpetrar direitos (de consumidor). O acanhado, em trouxa, apronta alocado no revendo. O pouco, em cá e lá, dá assaz no agregado. O detentor, na grana, dá as laias das barganhas. A pessoa, em primar no pouco, avulta no muito.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://educacao.umcomo.com.br

terça-feira, 21 de março de 2017

A água quente

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A esposa, em cunhada nas colônias e genitora de família, coordena fogão. Os anos, em coexistência das cercanias da cozinha, adestraram velha sabedoria. O fogão campeiro, em aceso, transcorre na ocasião. O fogo, em brando, sustenta consecutivo cozido. A água, em cálida ou quente, calha em constante proveito. O artifício, em ambiente da propriedade, constitui relevante economia. O gás, fósforo e tempo, em tarefa, afluem em poupança. A lenha, em matéria-prima (farta nos domínios), carece de faltar no mato. Os cafés, em disponível água (quente), despontam no alcance da mão. O igual, em peças gordurosas, incide na fácil limpeza. A calefação, em invernias, absorve demasias na umidade... Os paus, em escora (na beira do cerne do fogão), consentem constante queima. As falas, em ocasiões (de folga ou tevê), ocorrem nos contornos. Os módicos aconchegos, em meio rural, impetram qualidade de sustento. O fogo, em costumes das colônias, expõe alento e conforto.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.revistadigital.com.br

segunda-feira, 20 de março de 2017

O brioso título

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A senhora moça, em segundo pleito, tornou-se afinal primeira dama. A eleição, em agitações e atropelos, conduziu na almejada vitória. A realidade, em conjunto do domicílio e família, delineou aberração no procedimento. As pessoas, em esdrúxulos horários e indecentes ofertas, compunham fila (em frete da morada). A razão, em aparte, incidia em “querer falar e pedir ao prefeito”. O sossego, em princípio, despontou “impossível pérola”. Os distintos, em contexto de sectários, afluíam em petições e propostas. Os comércios, em carnês e rifas (de dúbias entidades), transcreviam relevantes dispêndios. O fortuito “não”, em baque, fluía em aparências de insulto e xingação. Os estranhos, em romaria, advinham em “requerer execução de juras de campanha”. Os boatos, em episódios íntimos do eleito/marido, achegavam em picantes proferidos. O brioso título, em acrescimento privado, acudia em enfadonha repugnância. Os eleitores, em possibilidades de benefícios, apelam nas circunstâncias.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Político

Crédito da imagem: https://www.mensagenscomamor.com

domingo, 19 de março de 2017

A sobra de madeira

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O moço, em discreto morador de linha, inovou na presteza e técnica. A carpintaria, em vocação, conduziu na ascensão (social). A madeira, em onerosa matéria-prima, afluía no zelo da aquisição e utilidade. A vocação, em parco tempo, conduziu na instituição de empresa. As esquadrias, em peculiares janelas e portas, incidiam na avigorada e luxuosa produção. O curioso, em restos de materiais, ligou-se nas invenções. As caixas e sobre caixas, em guarida de abelhas, advinham fabricadas. Os apiários, espalhados em terras de familiares, acorriam na centena de unidades. A sobra, em pinho, conduzia na principal função. O negócio, em mel, sobrevinha análogo (ao fabrico das encomendas). A renda, em acessória, ajustava alento no bolso. A bonança, em próspera atividade, conduziu na aquisição de terra e edificação de mansão. O sujeito, em profissional, precisa inovar na ação (na razão de auferir as graças do sucesso). A pessoa, em recursos naturais, deve vislumbrar misteres e vendas.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.dinamicambiental.com.br