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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

A incômoda circunstância


O docente padecido na manobra das imaturas almas auferiu a assistência singular. A estagiária, na categoria de universitária da ciência, tornou-se aprendiz. O estágio, no colégio particular, granjeou espaço e negócio. A cancha, na prática, cairia na apreciação e contratação.
A substituição, no conjunto de classes e preleções, adveio na direção e manejo. A estudante, no conjunto do segundo grau, fora principiante e proeminência. A aula, no clássico profissional, incorria no gosto do modelo e substância. O estímulo incitou na escolha.
O curso, no ofício de cronista, incidiu no desígnio. O professor, na qualidade de instrutor, instruiu as astúcias do ensino. O manejo, no gênero humano, acontecia na aptidão e destreza da certificação. O teórico, no exercício, ganhou destaque no ágil e objetivo.
O pormenor, no todo das cargas trabalhistas, resultou na incômoda circunstância. O calejado, na dimensão da eficiência, acabou destituído e substituído na cadeira. A jovem, na metade do ordenado, tomou as delegações. O tarimbado pode procurar ocasionais ares.
A instrução, na eficácia dos macetes, traduziu-se no autoprejuízo. A rede particular, nas oscilações do mercado, versa em fazer rotineira limpa. Os técnicos, nos altos ganhos, acabam destituídos. A folha, na cobertura, calha no enxuto. O juízo carece em “criar marajás”.
O sujeito, nos pés no chão, precisa saber da transitoriedade das cátedras. Os moços, na agilidade do manobro da informática, levam adição no comércio dos serviços.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://paratodos.net.br/

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

O privado uso

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O agricultor, em seio da propriedade, amanhou roça. A melancia, em cultivo, brotou em apreciáveis exemplares. A ceifa, em consumo privado, benzeu obra. O laborioso, em sensata hora, apontou na exagerada sede. O serviço, em faina manual, absorvera forças. O mata sede, em calor e suor, recebeu alento do fresco fruto. A escolha, em minuciosa ceifa, recaiu na mais graúda. O artigo, em deleitoso e volumoso, afluiu no corte. A degustação, em sombra do arvoredo, calhou no prévio (ao almoço). O roceiro, em único apreciador, caiu no impossível gasto. O esperdício, em ampla parte, contraiu vulto. O igual, em saga (do ilustrativo rural), acode na cara metade. A/o parceira/o, em exagerado encanto e elegância, incidem no “impossível privado uso”. Os convites, em toda hora, sobrevém das concorrências. O fraquejo, em cochilo de condição, sucede em traições. Os alheios, em simulados amigos, aguardam estação e ocasião. As chamadas, em associações, conferem-se amplas e constantes.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.saudedica.com.br

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O impensável lance

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O pacato moço, em afável gente, instalou-se na morada da sogra/sogro. A ação, em flerte com filha, assistiu-se bem aceita. O labor, em assistente do domínio, caía em fecundo. O namoro, em bom tempo, fluía em carência de entraves. O casório, em contrato e filhos, surgia dispensável. A família, em certa época, alargou e melhorou abrigos. A propriedade, em belo negócio, requisitou adições. O construtor, em equipe de carpinteiro e pedreiro, despontou contratado. O conluiado, em material, precisou derribar varas (em mato de eucalipto). A falta, em escassa hora, conduziu no impensável. O pasmo, em antecipado regresso, acudiu no flagra. A companheira, em envolvimento com construtor, saiu enxovalhada do aposento. O traído, em bem mais velho, havia “levado guampa”. A relação, em conversa em outra hora, conduziu em rompimento. O cúmplice, em novo “namorido”, preencheu vazio. O fato diz: O conluiado, em ilusão, avalia conhecer associação. O peculiar lance, em visualizado, aponta natureza.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://olhandopeloladoracional.blogspot.com.br/

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A expressão de ouro

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A vizinha, em longínqua paragem, introduziu variedade nova. A exuberância, em alho poró, contrastou no usual. O agricultor, em filho das colônias, ganhou quinze bulbos.  As sementes, em amanhadas, granjearam atenção de ouro. O fim, no imediato, assiste na propagação. O plantio, em massivo, adveio nos anos porvindouros. A técnica, em jardinagem, abre horizonte de comércio. A riqueza genética, em camponês, cai em apego de fortuna.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://br.depositphotos.com

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A diferença de sorte

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O morador, em fanático torcedor, criou hábito. A vitória, em time do coração, assiste na largada de foguete. A arte advém em aspectos de jura. O vizinho, na torcida da concorrência, compra dúzia de ovo (no valor). O item, na galinha choca, vê-se gerado pinto. O segundo inspira-se abonado e sortudo. O inicial arrasta-se em assalariado e pé-frio. A ação, na multiplicação da grana, cunhou diferenças. A virtude, no capital, cai em multiplicar dinheiro.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.fiscalizarextremosul.com

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Oração ao Deus Desconhecido

Ficheiro:Portrait of Friedrich Nietzsche.jpg
  
     “Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para frente, uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti de quem eu fujo. A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, Tua voz me pudesse chamar. Sobre esses altares estão gravadas em fogo palavras: ‘Ao Deus desconhecido’. Teu, sou eu, embora até o presente tenha me associado aos sacrilégios. Teu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo. Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servir-Te. Eu quero Te conhecer, desconhecido. Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida. Tu, o incompreensível, mas meu semelhante, quero te conhecer, quero servir só a Ti”.

Friedrich Nietzsche (1844 – 1900)


Crédito da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Portrait_of_Friedrich_Nietzsche.jpg

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

O ajuste informal

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Os adolescentes, em ensino de adulto, formaram combinado. O acordo, na certa disciplina, caía em afrontar e atrapalhar aulas. O ente, na cátedra, auferiria boas férias e ganhos. O alvo, em emparelhar conteúdos, assistia em suprimir explicações e tarefas. O mestre, na legislação, afluí em mãos amarradas nos limites: “O aluno pode tudo e o instrutor nada”. Os tolos, em parcas chances, alocam empecilhos ao sistema.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://cidadeverde.com